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Em terra de IAs, conteúdo humanizado é rei…

  • Foto do escritor: voicecomunicacaomk
    voicecomunicacaomk
  • 17 de nov.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 26 de nov.


As inteligências artificiais fazem cada vez mais parte do nosso dia a dia. O objetivo é otimizar atividades ou processos repetitivos para aumentar a produtividade. Uma realidade que atinge em cheio os profissionais da área de marketing.

Hoje, existem IAs para quase tudo: fluxo de demandas, planejamento estratégico de conteúdo, imagens, vídeos, criação de site e por aí vai… Um prompt aqui, outro prompt ali e as ferramentas derrubam mais uma demanda da sua pauta. 

À primeira vista, um cenário perfeito para acelerar a criação de materiais e ganhar tempo. Mas aqui está uma pegadinha que faz muita gente deslizar em cascas de banana: o CRTL+C e o CRTL+V das inteligências artificiais sem a devida revisão e adaptação à realidade do cliente.

Além de escancarar uma dependência perigosa das IAs, indica falta de conhecimento do mercado, estudo do público-alvo e das peculiaridades de cada cliente. Isso faz do conteúdo produzido um material extremamente pobre e genérico. É só rolar o feed que você vai perceber - as famosas trends também entram nesse balaio quando são apenas para fazer parte do hype…

Então, quer dizer que sou contra as inteligências artificiais na Voice? É lógico que não! Eu defendo o uso dessas ferramentas, mas com consciência. Ou seja: as IAs têm de ser instrumentos que trazem ideias e insights para que você, profissional de marketing, faça as adaptações e crie a partir das indicações que recebeu.

Isso é o que vai fazer você se diferenciar no mercado. Do contrário, será presa fácil da máquina e, mais cedo ou mais tarde, o destino é certo: ser substituído pela inteligência artificial. Se viu imerso nesse contexto? Eu tenho um conselho: ainda dá tempo de mudar a rota e ter as IAs como auxiliares estratégicos.


O segredo está na humanização.


A primeira maneira de sair da vala comum é simples, óbvia e eu já mencionei nesse texto: evite COPIAR e COLAR tudo o que a inteligência artificial trouxe à mesa. Eu sei que é tentador (por melhor que seja a ideia que você recebeu da IA), mas vai por mim… 

Elenque as principais soluções e procure incrementar ações que têm o DNA do cliente. Assim, você desenvolve ainda mais a criatividade que pode estar adormecida no seu interior e, com certeza, vai ganhar alguns pontos valiosos com quem paga o seu salário.

A segunda dica, apesar de me parecer óbvia, eu confesso que é mais complexa, exige profundidade quanto à compreensão do nicho e perfil do cliente, além de muita clareza sobre o público-alvo a ser atingido. Talvez, por esse motivo é esquecida ou deixada de lado em nome da produtividade. 

Um segredo chamado HUMANIZAÇÃO! Isso mesmo… Pegar as referências que a inteligência artificial entregou, adaptar para a realidade do cliente e humanizar o conteúdo de uma forma que gere conexão com o público. Acredito que não é tão difícil assim para colocar em prática, correto?

Faça o teste! Você vai ver mais resultado, mais conversão e levar o seu trabalho para outro nível. Mas antes de finalizar, um disclaimer é necessário: ainda que você utilize esses passos para melhorar seu conteúdo, mantenha-se sempre atualizado para não cair em armadilhas e viver no piloto automático. 

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